INCISÃO
De inicio, uma afirmação categórica: não existe cirurgia plástica, se estamos falando de intervenção cirúrgica, sem uma incisão.
Qualquer cirurgia pressupõe algum tipo de corte – ou – incisão.
Mesmo as lipoaspirações, que são cirurgias praticamente em circuito fechado, exigem uma ou mais incisões, por menores que estas sejam.
Em segundo lugar, outra constatação que não pode ser posta em duvida: a toda incisão corresponde uma cicatriz.
O ideal dos cirurgiões e dos pacientes é que essa cicatriz seja a mais imperceptível, embora nem sempre isso possa ser obtido.
Há cirurgias estéticas de grande extensão que exigem grandes incisões e cicatrizes extensas. Além disso, alguns pacientes, infelizmente, tem propensão para apresentar cicatriz queloidiana, o que, eventualmente, pode acarretar marcas inesteticas.
De qualquer forma, essas duas afirmações iniciais dão oportunidade para que a Dra. Mariângela Santiago coloque um dos princípios básicos da cirurgia plástica: ” O medico precisa deixar bem claro para a paciente que estaremos fazendo uma troca: uma cicatriz pela correção do defeito estético que o incomodava”.
ABDOMINOPLASTIA
A chamada abdominoplastia – correção de abdomes muito volumosos, com excesso de gordura e pele, é uma das maiores intervenções do universo da cirurgia estética.
No caso do abdome, por exemplo, troca-se uma barriga saliente, projetada, por um abdome reto, esteticamente harmônico, porém com uma cicatriz. Mas, na maioria das vezes, essa troca vale a pena.
A incisão é feita de quadril a quadril, a fim de que o cirurgião possa eliminar todo o excesso de pele e gordura e esculpir o abdome.
O tamanho da incisão é proporcional à quantidade de pele a ser retirada.
Em se tratando de uma incisão de grande extensão, o especialista consciencioso fará de tudo para que a cicatriz seja a mais benéfica possível. Para que isso seja obtido, diz a medica, é preciso caprichar no “acabamento” cirúrgico, fechando a incisão com pontos desde as camadas mais profundas até a pele, depois no pós-operatório, a médica costuma realizar a microporagem da cicatriz por um período de seis meses. O micropore é um material adesivo delicado, mas de grande eficiência, que “contém” a cicatriz, evitando que ela se alargue quando a paciente se movimenta.
O próprio paciente é orientado no sentido de trocar o micropore a cada dez dias. “Sou enfática nesse ponto: o paciente precisa ter muita disciplina e colaborar, para conseguir o melhor resultado”.
E o melhor resultado é obtido em cerca de 90% dos casos.
É importante ressaltar que o processo de cicatrização é individual para cada paciente.
Se o paciente já tiver uma historia de má cicatrização, com formação de queloides, o especialista pode recomendar uma beta terapia logo depois da operação.
Trata-se de aplicações radioterápicas de contato que previnem a ocorrência de cicatrizes queloidianas.
E isso vale para incisões em qualquer região do corpo.
MAMOPLASTIA
No caso da mamoplastia, a cicatriz depende do tipo de intervenção.
Quando eles precisam de redução, a incisão é maior e a cicatriz, em forma de T invertido, é proporcional ao corte. Normalmente, a troca é compensadora.
No caso do implante de próteses, varias são as incisões, porém a Dra. Mariângela tem preferência pela incisão no sulco inframamário ou na axila. As cicatrizes da plástica de mamas também passam pelo processo de microporagem.
LIFTING FACIAL
As incisões utilizadas para o lifting facial se localizam dentro do couro cabeludo, desta forma, não são aparentes.
As aparentes se localizam na região anterior e posterior da orelha de forma que ficam bastante dissimuladas.
RINOPLASTIA
A incisão da rinoplastia normalmente é dentro do nariz, e não aparece.
A Dra. Mariângela Santiago CRM 45.138 esclarece:
Estas informações possuem apenas caráter informativo e oferece uma visão superficial de cada tema, a Dra. Mariângela Santiago recomenda uma consulta médica para indicação de procedimentos e análise individual de cada paciente.
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INFECÇÃO
O risco de contrair uma infecção ainda assusta alguns pacientes que vão se submeter a uma cirurgia estética.
A Dra Mariângela admite que é um risco não desprezível.
Mas dentro dos padrões de excelência hoje praticados pela grande parte dos especialistas, o perigo é mínimo e está dentro das leis de probabilidade. Sob esse aspecto, o paciente pode ficar tranquilo. Ela destaca que o paciente de uma cirurgia plástica geralmente está em bom estado geral, o que por si só reduz os riscos de infecção. Além disso, quase todos os especialistas operam em hospitais ou clinicas que dão enorme atenção aos cuidados de assepsia. De qualquer forma, entre todas as intervenções estéticas hoje praticadas, a lipoaspiração provavelmente é a que, em tese, pode oferecer um risco mais elevado. Ela explica: “A lipoaspiração, embora utilize micro incisões, manipula uma superfície corporal maior”.
Os Órgãos de Controle de Infecção Hospitalar orientam que seja feito o antibiótico de forma preventiva, utilizando-se o seguinte esquema: uma hora antes de começar a cirurgia, aplica-se uma dose de antibiótico e, seis horas depois, mesmo que a cirurgia ainda não tenha terminado, uma segunda dose.
Por um cuidado maior, existem médicos que prescrevem o antibiótico para ser tomado durante cinco a sete dias.
Como se vê, é preciso ter cuidado.
A Dra. Mariângela Santiago CRM 45.138 esclarece:
Estas informações possuem apenas caráter informativo e oferece uma visão superficial de cada tema, a Dra. Mariângela Santiago recomenda uma consulta médica para indicação de procedimentos e análise individual de cada paciente.
